Quem sou eu, mesmo?

Nas vontades do meu pai e da minha mãe, Tatiana Carolina.
Mas hoje sou Tati, pra quase todo mundo.
Já para a Lis, eu sou a Tets
O Gil me chama de Tatislane
Quando a Pati fala, é Teits
A Carol inventou Tatismara
O Polaco não me chama de nada
Eu sou o cupim, segundo a Dai
A Diangela diz que eu sou Tatiêine
O Marti me chama de querida
Uma vez me chamavam de Tati Carol, mas passou.
Meu irmão dizia que eu era a cabeçuda
A Cris disse que eu era um tatu
Para as Marinas, ex-vizinha
Para o Flavinho, ainda sou
Eu já fui a princesinha do papai, mas há tempos foi-se meu reinado
Para a 2ª princesa, sou a chatinha
A Fabi me trata por Tatizinha
A Vanessa por meu amor
Sou filha do Papai Noel
Uma vez fui bacharel, da outra licenciada e uma vez especialista
Poucas vezes fui amor, nunca fui doutora, nem tia
Já me chamaram de Daniela, Carla e Ludmila
(mas esses não contam, foi engano)
Diante das várias alcunhas, prefiro a indagação de Shakespeare: “O que há num simples nome? O que chamamos de rosa, com outro nome, não teria igual perfume?”
Assim sou, se assim lhe parece. ;)

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