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Não sei o que há entre mim e o pôr do sol. Deve ser esse quê de morte e renascimento, diários, que volta e meia são tão necessários. Não sei que encanto há nele ir, dia a dia. Talvez é a certeza de ele voltar, a cada manhã. Sei que no dia em que ele morreu, diante de mim, na Lagoa, era eu que renascia. 






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