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Mostrando postagens de Julho, 2017

Estou bem cansada

E não é pelos afazeres ou pela rotina. Estou cansada mesmo de ver mulherões sofrerem por amores meio bosta. Sei que em um relacionamento existe um equilíbrio, que às vezes um ensina tanto o outro que bobeira é pensar que se começa numa disputa. Mas eu tô mesmo cansada e triste em ver um monte de mulheres que eu admiro pra caramba se doando bem mais que recebendo. E quando a recíproca não é verdadeira, meus amigos, eu tô falando é de um monte de homens babacas. Não é colocá-las em posição de vítima, nunquinha. Até porque, como mulherões, sabe-se que mais que tudo elas são bem inteligentes. Elas batalham, elas se desdobram nas jornadas e, óbvio, triunfam.





Não estou falando de mulheres enganadas, coitadinhas. Estou falando de mulheres que conquistam tudo que querem e ainda estão em falta nos relacionamentos por se envolverem com caras que estão em Dans bem – eu disse bem – menores. O que é meu cansaço então? É de saber que a gente está sempre numa posição de querer saber mais, de querer…

O novo

Uma amiga comparou o ato de levantar da cama nesse tempo frio com a sensação de nascer. Metáfora interessante para o sofrimento de sair da zona de conforto. Mais do que o amanhecer do proletariado, passei a comparar qualquer projeto novo como um parto. Não só pela ideia de trabalhoso, difícil. Mas também. O novo dói quanto parir. Eu mesma tenho vivido um rompimento de bolsas e cordões umbilicais. Porque o novo é justamente isso. Uma claridade absurda de novas ideias e sensações e quando você está se acostumando com tudo isso, PÁ!
Um tapa sem choro nem vela te obriga a respirar. Mostrar serviço.
Em todas as minhas novas experiências, não bastasse o surgimento de centenas de novos estímulos, algumas provações vêm junto no pacote. Parece até que é o universo te dando um pequeno resumo do que vem pela frente. “Tá certo mesmo disso, campeão? E PÁ! Toma-lhe tapa.
Tem horas que a necessidade do novo urge de tal forma como as contrações de um parto. A gente sabe que é a hora, não tem outra saíd…